Mei e a importância de formalizar seu negócio

Ao longo dos últimos anos, cada vez mais pessoas têm aderido ao empreendedorismo individual, seja como uma forma de complementar a renda, ou mesmo como principal forma de sustento. Empreender por conta própria é um grande passo, e muitas vezes exige grande determinação do profissional, mesmo que ele embarque nessa jornada com experiência de mercado: o começo é sempre um salto em direção ao desconhecido. Uma informação que habita esse desconhecido e que precisa ser descoberta por cada vez mais empreendedores, é a MEI, sigla para o cadastro conhecido como Microempreendedor Individual – uma nova nomenclatura para o bom e velho profissional autônomo. 

Por quê fazer um cadastro MEI?

Vamos partir do início. O maior benefício no cadastro como microempreendedor individual está no fato de você poder ter um CNPJ para lhe representar comercialmente, e estará enquadrado(a) no programa Simples Nacional. Fazer parte do Simples Nacional irá te isentar de impostos e cobranças comuns aos CNPJs tradicionais (PIS, COFINS, IR, IPI e CSLL), mas também exige que uma pequena taxa (DAS) seja paga mensalmente para manutenção do cadastro, embora seja muito menor e já automaticamente calculada em um valor fixo, sempre em torno de R$60 mensais.

Com um cadastro e CNPJ MEI, você poderá emitir notas fiscais pelos seus serviços, tendo maior controle sobre os ganhos e formalizando toda e qualquer negociação de valores que venha a receber exercendo a função enquadrada no seu registro.

Abrir uma MEI é também a melhor forma de se obter lucros de forma autônoma sem abrir mão de alguns direitos muito úteis a um CNPJ, como uma conta bancária voltada para pessoa jurídica, porém por sua característica de representação de uma única pessoa, com créditos e juros bem menores do que os aplicados à CNPJs comuns. 

Além disso, uma MEI garante ao trabalhador individual em contrato com uma empresa para a qual presta serviços ou fornece produtos o direito à auxílio-maternidade, afastamento remunerado por problemas de saúde, aposentadoria e cobertura da Previdência Social. 

Como abrir uma MEI?

Você precisa se atentar a alguns detalhes para saber se pode se cadastrar como MEI, sendo eles:

  • Faturamento anual de até R$81.000, ou mensal de no máximo R$6.750
  • Não ter participação em outra empresa como sócio(a) ou titular
  • Ter no máximo 1 empregado(a) contratado(a), ganhando um salário mínimo ou piso da categoria.

Se você se encaixa em todos os pré-requisitos acima, basta dar entrada ao seu pedido de abertura de MEI, feito online pelo site do governo federal. Após preencher todos os dados requisitados, você deverá fornecer a documentação exigida e seguir os próximos passos que lhe serão passados para concluir o seu cadastro.

Me cadastrei como MEi – e agora?

Agora você pode continuar ou começar a exercer sua atividade autônoma de forma legal, e com todos os direitos de um MEI garantidos, como a não-necessidade de um alvará de funcionamento. Não só isso: agora você poderá (e deve) emitir notas fiscais pelos serviços prestados e produtos vendidos para empresas, sendo opcional a emissão quando o produto ou serviço é direcionado à uma pessoa física. 

Pronto, você agora sabe o que é a MEI, sua importância, os direitos e deveres como profissional autônomo(a), pode começar a sua jornada como empreendedor(a) individual. E parte disso significa investir em si mesmo(a), afinal, é aquele velho ditado: “propaganda é a alma do negócio.” 

Então que tal começar com cartões de visitas e/ou folhetos para a divulgação dos seus serviços? Estamos prontos para te ajudar nessa parte, com preços super competitivos e qualidade acima da oferecida por outras gráficas concorrentes. Venha produzir seus materiais com a Mr., sua gráfica online mais parceira!

 

Texto por André Schelgshorn


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Saiba escolher o substrato e gramatura ideais para seu folheto

Um dos fatores determinantes da qualidade e durabilidade do seu impresso é a gramatura do substrato utilizado. Ou, de um jeito mais simples de dizer, a densidade do papel, medindo a massa do mesmo, somando a celulose, cargas e aditivos. 

A gramatura de um papel é medida em gramas por metro quadrado, ou g/m². Um papel de maior gramatura será geralmente mais grosso, mais denso, e portanto, pode ser mais resistente durante o manuseio. Ao mesmo tempo, esse papel, obviamente, terá custo de produção e impressão maiores. Papéis com maiores gramaturas são os mais indicados para impressos mais refinados, de maior qualidade agregada geral (produto ou serviço anunciado nele), ou para peças que tenham de ter maior durabilidade.

Do outro lado do espectro, temos os papéis de menor gramatura, ou seja, com menor densidade material por g/m², que tendem a ter um custo de produção e impressão menores, porém sendo mais delicados e podendo ser amassados com mais facilidade durante o manuseio. Estes papéis são mais indicados para distribuição em massa, produção em alto volume e/ou para promoções com prazos limitados (logo, este impresso tem vida útil curta na mente do público-alvo).

Quanto ao substrato, este é o tipo de material empregado. Diferentes substratos, são diferentes tipos de papéis, e estes têm propriedades únicas, como sensação ao toque, possibilidades de acabamento, aparência e mais. 

Cada substrato, pode ser encontrado em um espectro padrão de gramaturas, variando dos jornais com suas finas e leves folhas em gramaturas de 35 a 70g/m², aos A4 comuns para escritórios, com 75g/m² mas se apresentando em gramaturas maiores também, até uma produção em papel fotográfico com 300g/² de gramatura, sendo assim, um material muito mais denso.

Escolher o substrato e a gramatura ideais para a sua necessidade é um importante fator para ditar a qualidade final e custo-benefício perfeitos aos seus planos.

 

Texto por André Schelgshorn


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Como Montar seu Cartão de Visita

Bom, se você chegou aqui, imagino que você tem um plano em mente, mas talvez não saiba bem como colocá-lo em ação – e tenho quase certeza de que esse plano seja a montagem do seu cartão de visitas. Não tema: a Mr. Print é, como você bem sabe, a sua melhor parceira em gráficas online, e vamos te dar uma dica ou outra para ajudar no processo! Vamos lá?

Design, o começo, meio e fim do seu cartão de visitas. O que será feito aqui, pode literalmente definir o sucesso, ou não, do seu cartão. Mas, o que seria o sucesso de um cartão de visitas? Bem, com certeza alguma vez você recebeu o cartão de algum profissional e apenas de bater os olhos, gostou do visual e o guardou. E por vezes, guardou até por muito tempo – mesmo que não contrate mais aquele profissional – simplesmente porque o cartão é lindo. Bom, eu pelo menos já fiz isso. Foco!

Se você é designer, com certeza já tem noções de como montar um cartão – dos conceitos básicos em cores, formas, tipografias, grafismos, ao fechamento do arquivo. Se não é designer, essas dicas serão cruciais para você ter em mente na hora de montar o cartão (seja contratando uma agência, um designer, ou até tentando por conta própria).

Você vai querer um cartão chamativo, mas harmonioso – então as cores devem conversar entre si. Pode haver algum alto contraste, desde que feito de forma inteligente e que não tire a legibilidade do cartão. Evite também os clichês, como o oceano de cartões brancos com azul e vermelho aplicados que chovem por aí. 

Hierarquia de informações! O que é isso? É a ordem de prioridade de cada componente do seu cartão. Com certeza ele vai ter pelo menos o seu nome, cargo, e-mail e/ou telefone e o logo da sua empresa. Então é importante decidir: o que você quer que tenha mais destaque? Ou melhor, o que será mais relevante para quem recebe esse cartão? Dessa forma, você vai poder decidir quais informações terão mais destaque – seja em tamanho, posicionamento e/ou alguma outra maneira usada para destaque. Ah, e lembrando que é possível usar ambos os lados do cartão, fica um pouco mais fácil decidir o quê vai aonde na hora do layout.

Na parte de tipografia, falamos sobre a fonte usada. Tente usar ou escolher uma fonte que não conflite com o logo da sua empresa, e que apresente as informações de forma clara, mas moderna (se foram os tempos de cartões com fontes serifadas). Ter um cartão atual, que tenha um visual agradável e de acordo com as tendências atuais é um sinal de preocupação com a apresentação e lhe dá alguns pontos a mais no quesito apresentação.

Quanto às formas e grafismos que você pode empregar no seu cartão de visita, é importante ressaltar que elas devem complementar o design, e não afogá-lo. Alguns cartões acabam tendo uma leitura mais difícil e visual desagradável por conta de elementos gráficos inseridos de forma exagerada, ou pior, que tenham mais destaque do que a informação principal: você.

Em seguida escolha um formato ou corte para o cartão que vá de encontro com o design elaborado. Seu cartão usa ângulos fechados de 90º, ou o plano é que tenha cantos arredondados? Você tem alguma outra forma ou medida especial em mente?

Aí que entramos – você chegou na parte da impressão do seu cartão de visitas. Na gráfica, você irá escolher o tipo de papel (substrato), sua gramatura (tamanho e densidade do material) e o acabamento (você prefere um cartão fosco, envernizado, ou talvez um pouco dos dois?) desejado. Há cartões pensados já desde o princípio com determinados acabamentos em mente para que tudo corra de forma esperada na hora da impressão e corte.

Ufa – essas são as principais dicas, e esperamos poder termos ajudado nessa jornada até a entrega em mãos do seu cartão de visita ao seu cliente!

 

Texto por André Schelgshorn


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